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quarta-feira, 30 de Julho de 2014

Atlético Madrid Simeone rendido a Rojo

Treinador do Atlético de Madrid diz que o defesa do Sporting foi o melhor lateral-esquerdo do Mundial.
DESPORTO
Simeone rendido a Rojo
Marcos Rojo foi uma das agradáveis surpresas do Mundial. O jogador do Sporting foi titular na seleção argentina, que chegou à final, onde perdeu com a Alemanha, e coleciona elogios. Diego Simeone, por exemplo, diz que Rojo foi o melhor lateral-esquerdo da prova.
"Marcos Rojo conquistou o coração dos adeptos argentinos, respondeu muito bem tanto ofensiva como defensivamente, mostrou que Sabella não se enganou absolutamente nada e terminou a fazer um Mundial muito completo", escreveu o treinador do Atlético na coluna de opinião no site Goal.com.
"Dos laterais esquerdos que estiveram no Mundial, e nas meias-finais, entre Brasil, Alemanha, Holanda e Argentina, seguramente que foi o melhor. Sabella sempre confiou nele, mesmo que não seja um lateral, e o rapaz respondeu muito bem", acrescentou Simeone.
Fonte: NM

Entrevista Pedro Bessa quebra o silêncio sobre morte do filho

Um mês depois da morte de André Sousa Bessa, o responsável do centro de produção do Norte da RTP fala pela primeira vez sobre a tragédia pessoal, numa entrevista exclusiva à revista Caras.


"Ainda ontem dei por mim a pegar no telefone e a ligar-lhe... foi uma reação instintiva".
"Saudade" é a palavra que Pedro Bessa usa para descrever a perda do filho, André, que morreu na sequência de uma queda numa piscina, no passado dia 29 de junho, em Azeitão.
"Diariamente, há momentos complicados, mas, por outro lado, falar do André, como estamos aqui a fazer, ajuda-me a expurgar esta sensação pesada", explica o responsável da RTP à revista do grupo Impresa.
O pai do único filho de Judite Sousa adianta ainda não estar "interessado em saber grandes detalhes" sobre os contornos do acidente que vitimou André e confessa que mais do que dor, o que sente é saudade e desorientação.
"As pessoas falam da dor, mas as coisas não doem. Não é esse o termo para isto. Acho que saudade é a palavra que melhor descreve o que eu sinto. A saudade, a confusão, a falta...parece que se perdeu o destino, o futuro", afirma Pedro Bessa à revista Caras.
Ontem, na de Igreja de São João de Brito, em Lisboa, foi celebrada uma missa para assinalar os 30 dias desde a morte de André Sousa Bessa. Judite Sousa esteve rodeada de amigos, entre os quais Marcelo Rebelo de Sousa, José Eduardo Moniz e Manuela Moura Guedes.
Fonte: NM

Salvio "Estar no Benfica é suficiente para um jogador se sentir realizado"

Salvio garante à Makefoot que se sente bem no clube da Luz e que o seu único objetivo é ganhar títulos.
DESPORTO
Estar no Benfica é suficiente para um jogador se sentir realizado
Salvio afirmou que se sente bem no Benfica e que só pensa em ajudar o clube a conquistar títulos.
"Só quero ser feliz e poder ajudar o clube. Aliás, estar num clube como o Benfica é suficiente para um jogador se sentir realizado. O que pretendo é ser útil e ajudar o Benfica a conseguir mais vitórias e títulos”, afirmou o extremo.
O jogador argentino refere também à Makefoot que o segredo para o sucesso é não pensar só nas individualidades.
“Não há outra maneira de viver o Benfica sem ser a pensar que o clube é mais importante que qualquer individualidade e que a conquista de títulos é a única coisa que nos separa do fracasso", afirmou.
Fonte: NM

Scolari "Nunca vou esquecer o 7-1"

Treinador brasileiro foi apresentado no Grémio, ainda com o descalabro no Mundial atravessado.
DESPORTO
Nunca vou esquecer o 7-1
Luis Felipe Scolari foi apresentado como treinador do Grémio, clube que orientou há 18 anos.
"Todo mundo sabe que sou gremista. O único convite que aceitaria, o único clube que eu treinaria neste momento, seria o Grémio", declarou o ex-selecionador do Brasil.
A equipa de Porto Alegre ocupa neste momento o 10º lugar do Brasileirão, a nove pontos do líder Cruzeiro. Felipão acredita que conquistar um título é possível.
"Não vejo por que não almejar um título. É o nosso sonho, a nossa busca. Claro que respeitando o adversário. Eu sou uma das peças. Há muitas pessoas comigo", considerou.
O desastre brasileiro no Mundial, ou a humilhação frente à Alemanha, por 7-1, foi um tema lançado para a mesa.
"Se vocês me perguntarem o que vai ficar marcado para mim, o que nunca vou esquecer, é o resultado catastrófico do 7 a 1. Sei disso. Mas os resultados gerais não dizem e não dão a oportunidade de pessoas manifestarem de maneira pejorativa tudo que eu fiz até hoje. Não estou aqui para discutir esses dados porque não vale a pena", atirou Scolari.
Fonte: NM

EUA Falsos médicos usam cimento e cola em cirurgias plásticas

Fazer cirurgias plásticas para aumentar o tamanho do rabo é uma prática cada vez mais comum nos EUA. Mas, de acordo com a BBC, nem sempre é praticada por profissionais habilitados para tal. O FBI conta um número crescente de médicos falsos a operar no mercado, submetendo as pacientes a tratamentos à base de cimento, azeite ou até mesmo cola.
MUNDO
Falsos médicos usam cimento e cola em cirurgias plásticas
O cirurgião plástico Alberto Gallerani recebe, todas as semanas, mais de 100 pedidos de ajuda por parte de mulheres que se submeteram a cirurgias plásticas feitas por falsos profissionais.
Nos Estados Unidos, contam-se cada vez mais casos de mulheres que vivem no desespero, depois de terem ‘caído’ nas mãos de médicos que lhes injetaram substâncias como cimento, azeite e cola para aumentar o rabo ou o peito, entre outras partes do corpo.
Fazendo-se passar por clínicos habilitados, ganham a confiança das mulheres que querem melhorar o seu aspeto exterior, aliciadas por preços que são apenas uma pequena parte do que é praticado em clínicas especializadas.
Mas os problemas não tardam em chegar e os efeitos são devastadores. Muitas dores, manchas escuras na pele, sinais de decomposição dos tecidos e cicatrizes acentuadas levam as pacientes a procurar ajuda, por vezes tarde demais para que os seus corpos voltem a parecer normais.
Fonte: NM

iPhone Signal, a app que lhe permite fazer chamadas encriptadas

Os detentores de iPhone já podem fazer chamadas telefónicas encriptadas graças à aplicação Signal, criada e desenvolvida pela Open Whisper Systems.
TECH
Signal, a app que lhe permite fazer chamadas encriptadas
Quem tem um iPhone sabe que ao fazer uma chamada tem duas opções: ou aceita que um qualquer pirata informático poder ouvir as suas conversas, ou então pode optar por pagar por um software de encriptação.
Mas agora existe uma terceira opção que se chama Signal.
Esta aplicação, criada pela Open Whisper Systems, é a primeira que permite aos detentores de iPhone fazerem, de forma gratuita, chamadas encriptadas, e assim garantir a sua privacidade.
“Nós queremos que as telecomunicações privadas sejam tão acessíveis como qualquer chamada telefónica”, lê-se no blogue da empresa.
De acordo com a Open Whisper Systems, a aplicação usa o número de telefone da pessoa e não precisa de uma palavra-passe, mostrando quais os contactos para os quais se pode ligar através da Signal. Para encriptar as chamadas, a aplicação usa o protocolo AES 128, sendo o ZRTP utilizado para a troca de chaves.
Desenhada para iPhone, a aplicação é no entanto compatível com Android através de RedPhone.
A empresa prevê que até ao final do verão, a Signal permita também encriptar as mensagens de texto e tornar mais segura a navegação online a partir do telemóvel.
Fonte: NM

Moçambique Governo e Renamo ainda sem acordo sobre fim da crise

O Governo moçambicano e a Renamo, principal partido da oposição, terminaram hoje mais uma ronda negocial sem concordância sobre os mecanismos de garantia de implementação do acordo de cessação das hostilidades que assolam o país desde o ano passado.
MUNDO
Governo e Renamo ainda sem acordo sobre fim da crise
"Este ante projeto de reforma fiscal, na prática, o que procura é favorecer as mais-valias e outros rendimentos do capital procurando dividir pelos trabalhadores a fatura a pagar. Vamos ter um número significativo de pessoas a pagar os mesmo impostos ou mais e o capital a ver reduzido a sua comparticipação", disse Arménio Carlos aos jornalistas.
Falando no final e um encontro com o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, e o presidente da Comissão da Reforma do IRS, Rui Duarte Morais, no âmbito da consulta pública sobre a reforma do IRS, Arménio Carlos defendeu que "neste momento o país precisa de respirar" passando por outra política fiscal.
No encontro, o líder da CGTP propôs ao executivo a eliminação da sobretaxa de 3,5% em sede de IRS, o alargamento dos escalões e o aumento das deduções à coleta dos rendimentos mais baixos.
"Esta ideia de se dizer que, entretanto, a Comissão propõe que o Governo quando puder fará uma redução faseada da sobretaxa é o mesmo que dizer que isto fica para as calendas, uma vez que a descida dos impostos está condicionada à evolução da economia e à consolidação orçamental", considerou.
Entre as várias medidas propostas de Comissão da Reforma do IRS destaca-se a ponderação de 0,3% por filho no cálculo do rendimento coletável dos sujeitos passivos (o quociente familiar) para "beneficiar as famílias com filhos".
Apesar de concordar com este princípio, Arménio Carlos afirmou tratar-se de "uma matéria que tem de ser discutida e analisada", uma vez que "hoje as famílias mais numerosas são aquelas que têm mais poder económico".
"A Renamo (Resistência Nacional Moçambicana) trouxe à mesa do diálogo alguns elementos adicionais sobre o mecanismo de garantias e, perante esta apresentação, o Governo achou por bem receber e fazer uma avaliação", afirmou o chefe da delegação do Governo, José Pacheco, sem especificar as alegadas novas exigência do principal partido da oposição.
Pacheco, que é também ministro da Agricultura moçambicano, adiantou que as matérias levadas à mesa negocial pela Renamo têm a ver com o interesse do movimento em garantir a "qualificação do que pode constituir os mecanismos de garantia".
"Queremos ver se os qualificadores encaixam com todos os consensos alcançados. Já se está a ver a meta do diálogo, para começarmos com a implementação, que é um desafio de traduzir em atos", frisou o chefe da delegação do Governo.
José Pacheco sublinhou que as duas partes chegaram a acordo, na ronda negocial de segunda-feira, sobre a desmilitarização da Renamo, integração dos membros da guarda armada do movimento no exército e na polícia, bem como a sua reinserção social e económica.
Questionado se a Renamo exige uma amnistia para os atos que foram praticados nos cerca de dois anos de violência militar, José Pacheco afirmou que as duas partes acordaram na necessidade de uma fórmula que trave processos judiciais inerentes às ações decorrentes das hostilidades militares entre as Forças de Defesa e Segurança moçambicanas e os homens armados da Renamo.
Por seu turno, o chefe da delegação da Renamo, Saimone Macuiane, negou que o seu partido tenha levantado novas questões à mesa negocial, admitindo apenas que as duas partes ainda não chegaram a consenso sobre os mecanismos de garantia de implementação do acordo sobre a cessação das hostilidades.
"Não trouxemos nenhum elemento novo, os mecanismos de garantia refletem o âmbito do documento base que já está consensualizado. O que falta consensualizar é um aspeto que ajuda a clarificar os mecanismos de garantia, que todos nós queremos que sejam perfeitos, mais claros, mais disponíveis e mais credíveis", afirmou Saimone Macuiane.
De acordo com o chefe da delegação do principal partido da oposição, os pontos que ainda carecem de acordo visam garantir que o entendimento sobre as questões de fundo assegure uma "paz definitiva e douradora"
As duas delegações indicaram que poderão voltar a encontrar-se na próxima segunda-feira, uma vez que precisam de tempo para estudar formas de ultrapassar o impasse que ainda prevalece sobre os mecanismos de garantia de implementação do acordo de cessação das hostilidades.
As negociações em curso entre a Renamo e o Governo destinam-se a acabar com a crise política e militar que prevalece em Moçambique desde finais de 2012.
A tensão começou devido a divergências em torno da lei eleitoral, mas depois ultrapassadas com a aprovação legislativa de emendas exigidas pela Renamo, tendo depois continuado por causa da recusa da Renamo em desarmar a sua força, sem a obtenção de contrapartidas por parte do Governo.
O braço armado da Renamo e as forças defesa e segurança moçambicanas confrontam-se há mais de um ano na região centro do país, sobretudo na serra da Gorongosa, província de Sofala, onde se presume que se refugiou o líder da oposição, Afonso Dhlakama.
Paralelamente, a circulação num troço de cem quilómetros, em Sofala, da única estrada que une o sul e o centro do país foi condicionada a escoltas militares e sofrido ataques frequentes da Renamo, que provocaram um número indeterminado de mortos e feridos, incluindo civis.
Fonte: NM