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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

14 fotos que mostram que o mundo está muito lotado

A superpopulação é um problema? Confira as fotos e veja por você mesmo. Em 2100, a população mundial deve chegar a 11 bilhões de pessoas. Hoje, de acordo com o Relógio Mundial do Censo dos Estados Unidos, já somos 7,09 bilhões – e contando.
Se você concorda ou discorda que o mundo tem gente demais, o fato é que a superpopulação se tornou um grande desafio e uma preocupação para os países ao redor do mundo. Esta coleção de imagens da Reuters mostra quão superpovoadas certas partes do mundo estão atualmente.
De praias aos vagões de metrô, corpos suados e espremidos são apenas uma parte da vida.

14. China

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Uma praia no leste da província de Shandong, na China, em um típico sábado de verão. Muito relaxante.

13. Indonésia

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Passageiros indonésios se penduram nos vagões de um trem na província de Java Ocidental. Apenas 300 carros por dia precisam atender 500 mil passageiros.

12. Filipinas

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Esta é a fila para entrar em uma estação de trem nas Filipinas. Por causa do aumento dos custos de combustível, os filipinos estão cada vez mais optando pelo transporte público.

11. China

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Boias, brinquedos e corpos lotam uma piscina pública na província de Sichuan, na China. As temperaturas chegaram aos 35°C lá neste verão.

10. Reino Unido

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Os londrinos se reúnem no prédio da Lloyds of London (o mercado de seguros do Reino Unido) durante o anual “Remembrance Day”, que homenageia todos os militares do reino britânico. Até os elevadores estão lotados de gente olhando para baixo.

9. Indonésia

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Este homem escapa de um enorme engarrafamento ao pedalar na sua bicicleta na canaleta de ônibus na capital da Indonésia, Jacarta.

8. Índia

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A imagem captura um momento em uma estação de trem em que os passageiros fazem baldeações durante a hora do rush da manhã em Mumbai, Índia. A cidade possui uma população de mais de 12 milhões de pessoas.

7. China

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Candidatos formam fila para fazer o exame de admissão para estudos de pós-graduação na província de Hubei, na China. Mais de 12,5 milhões de candidatos chineses fazem a prova anualmente.

6. China

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Esta é uma república de estudantes de uma universidade na província de Hubei, na China. É uma opção de alojamento de baixo orçamento para os estudantes que lutam para pagar habitação, encontrar um emprego e ainda estudar.

5. Brasil

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Mais de um milhão de católicos vêm ao Brasil para a celebração do dia Nossa Senhora de Nazaré da Basílica, na cidade de Belém, Pará, para acompanhar a imagem da santa. A romaria se torna uma grande fila muito desconfortável.

4. Filipinas

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Fãs filipinos assistem a dois pugilistas batalhar pelo título de boxe na categoria meio-médio em ginásio municipal local.

3. China

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Candidatos a emprego procuram vagas na feira de empregos na cidade chinesa de Chongqing. O desemprego é um grande problema nas cidades superpovoadas.

2. Coreia do Sul

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Fãs sul-coreanos de futebol assistem a uma transmissão de TV ao vivo da Copa do Mundo de 2010 no prédio da Prefeitura de Seul.

1. Taiwan

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Motociclistas de Taipei entopem as ruas de motos na hora do rush. Existem mais de 8,8 milhões de motocicletas e 4,8 milhões de carros lotando as ruas de Taiwan todos os dias (o que também pode causar grandes problemas de poluição). 
Fonte: hypescience

É assim que a humanidade será extinta?

paraiso ratos extincao dos humanos
Em 1972, o pesquisador John Calhoun decidiu construir um paraíso para ratos, com belos edifícios e alimento ilimitado. Ele introduziu oito ratos a essa população. Dois anos depois, os animais tinham criado seu próprio apocalipse.

O Universo 25, o problema da super população e o caos que isso criou

“Universo 25” era o nome da caixa gigante, projetada para ser uma “utopia roedora”. O problema era que essa utopia não tinha um criador benevolente. John B. Calhoun queria ver o cerco pegar fogo. Ele já tinha projetado outros ambientes para ratos até chegar ao 25º, e não esperava uma história com final feliz.
Dividido em “praças principais” por sua vez subdivididas em níveis, com rampas indo até os “apartamentos”, o Universo 25 era um lugar maravilhoso, sempre abastecido com comida, mas que logo começou a ficar apertado demais.
Tendo iniciado com oito ratos, quatro machos e quatro fêmeas, o Universo 25 chegou ao dia 560 com uma população de 2.200 animais. Em seguida, diminuiu de forma constante até a extinção irrecuperável.
Durante os terríveis dias dessa população de pico, a maioria dos ratos gastava cada segundo que vivia na companhia de centenas de outros ratos. Eles se reuniam nas principais praças à espera de ser alimentados e, ocasionalmente, atacavam uns aos outros. Poucas fêmeas levavam suas gestações a termo, e as que faziam pareciam simplesmente esquecer seus bebês. Às vezes, abandonavam um filhote enquanto o estavam carregando, deixando que caísse.
Os poucos espaços isolados da enorme caixa abrigavam uma população que Calhoun nomeou de “Os Bonitos”. Geralmente guardada por um macho, as fêmeas e os poucos machos no interior do espaço não se reproduziam, lutavam ou faziam qualquer coisa a não ser comer e dormir. Quando a população geral começou a diminuir, os bonitos foram poupados da violência e da morte, mas tinham perdido completamente o contato com os comportamentos sociais, incluindo ter relações sexuais ou cuidar de seus filhotes.

E o que temos a ver com isso?

Em 1972, a era dos “baby boomers” já preocupava cientistas, que estudavam os problemas de um mundo cada vez mais populoso e com relatos de tumultos nas grandes cidades. Sendo assim, o Universo 25 parecia um pesadelo malthusiano (Thomas Malthus foi um cientista que, observando a produção de alimentos e o aumento da população humana, previu que no futuro não daria para alimentar toda a superpopulação).
O experimento de fato parece um sinal assustador. Se a fome não matar todo mundo, as pessoas vão destruir a si mesmas, de acordo com os nossos ratos modelos.

Controvérsia

Um estudo recente apontou que Universo 25 não estava, se olhado como um todo, superpopulado. Os “apartamentos” no final de cada corredor tinham apenas uma entrada e saída, tornando-os fáceis de guardar. Isso permitiu que os machos mais territoriais e agressivos limitassem o número de animais em cada aposento, superlotando o resto da caixa, enquanto isolava os poucos “bonitos” que viviam em uma sociedade “normal”.
Em vez de um problema de população, pode-se argumentar que o Universo 25 tinha um problema de distribuição justa. O que também poderia muito bem acontecer conosco, uma vez que os humanos são mestres em desigualdade.
Seja como for, esse experimento bizarro e temeroso pode ser uma prévia do que vai acontecer com a humanidade. O resultado é a extinção, de mil maneiras possíveis
Fonte: hypescience

Buraco negro monstruoso é descoberto

Impressão artística do quasar com um buraco negro supermassivo no universo distante
Impressão artística do quasar com um buraco negro supermassivo no universo distante
Cientistas descobriram o quasar mais brilhante do início do universo, alimentado pelo buraco negro mais maciço conhecido da época.
A equipe internacional liderada por astrônomos da Universidade de Pequim, na China e da Universidade do Arizona, nos EUA, nomeou o quasar SDSS J0100 + 2802.
A descoberta é um passo importante na compreensão de como os quasares, os objetos mais poderosos do universo, têm evoluído desde o início do mundo, apenas 900 milhões de anos após o Big Bang.

O mistério do buraco gigante

A descoberta desse quasar desafia teorias científicas atuais de que os buracos negros e suas galáxias hospedeiras cresceram em sintonia em relação ao longo das eras.
O buraco negro recém-descoberto tem 12 bilhões de massas solares e uma luminosidade de 420 trilhões de sóis. Ele está a uma distância de 12,8 bilhões de anos-luz da Terra.
“O buraco negro contém o equivalente a cerca de 12 bilhões de sóis, mais do que o dobro da massa dos buracos negros encontrados previamente da mesma idade”, disse o pesquisador Bram Venemans, do Instituto Max Planck de Astronomia, na Alemanha.
Em comparação, o buraco negro escondido no centro da nossa galáxia, a Via Láctea, tem cerca de 4 a 5 milhões de vezes a massa do sol.
Os cientistas não conseguem explicar como esse buraco negro cresceu tão rapidamente. Teoricamente, ele não poderia ter se alimentado de gás circundante tão rápido e o tanto que seria necessário para atingir o seu enorme tamanho sob as leis da física tal como as entendemos.
“Como pode um quasar tão luminoso, e um buraco negro tão grande, se formarem tão cedo na história do universo, em uma época logo após as primeiras estrelas e galáxias terem acabado de aparecer?”, questiona Xiaohui Fan, professor da Universidade do Arizona. “Este quasar ultraluminoso e o seu buraco negro supermassivo fornecem um laboratório exclusivo para o estudo da formação da massa em torno dos maiores buracos negros no início do universo”.

O quasar superbrilhante

Descobertos em 1963, os quasares são objetos poderosos que irradiam grandes quantidades de energia através do espaço. Com o avanço das técnicas de detecção, os astrônomos descobriram mais de 200.000 deles desde então, com idades variando de 0,7 bilhões de anos após o Big Bang até hoje.
Brilhando o equivalente a 420 trilhões de sóis, o novo quasar é sete vezes mais brilhante que o quasar mais distante conhecido (que está a 13 bilhões de anos de distância).
“Este quasar foi descoberto pelo telescópio Lijiang de 2,4 metros em Yunnan, na China, tornando-se o único quasar já descoberto por um telescópio de 2 metros em tal distância, e nós estamos muito orgulhosos disso”, disse Feige Wang, estudante de doutorado da Universidade de Pequim. “A natureza ultraluminosa deste quasar nos permitirá fazer medições sem precedentes das condições de temperatura, estado de ionização e de metal do meio intergaláctico na época da reionização”.
Para desvendar ainda mais a natureza deste quasar notável, e para lançar luz sobre os processos físicos que levaram à formação dos primeiros buracos negros supermassivos, a equipe de pesquisa irá fazer novas investigações sobre o objeto espacial usando mais telescópios internacionais, incluindo o Telescópio Espacial Hubble e o Telescópio de Raios-X Chandra.
Fonte: hypescience

Sem dor não existe prazer

dor e prazer
O mundo seria lindo se todos nós pudéssemos alcançar a felicidade e sentir apenas prazer pro resto da vida, não?
Não.
Embora pareça senso comum, maximizar o prazer e minimizar a dor não pode nos fazer felizes. Como uma nova revisão de estudos psicológicos mostra, precisamos da dor para fornecer um contraste ao prazer; sem dor, a vida torna-se entediante, chata e totalmente indesejável.
Um exemplo que ilustra bem essa afirmação é o caso de Christina Onassis, filha do magnata Aristóteles Onassis. Ela herdou riqueza além da imaginação e gastou todo seu dinheiro em prazeres em uma tentativa de aliviar sua infelicidade. Christina morreu aos 37 e sua biografia, nomeada “All the Pain Money Can Buy” (em português, “Toda a Dor que o Dinheiro Pode Comprar), narra uma vida cheia de extravagâncias incompreensíveis que contribuíram para o seu sofrimento.

Os inúmeros benefícios da dor

Um estudo publicado recentemente na revista Personality and Social Psychology afirma que a dor promove prazer e nos mantém conectados ao mundo que nos rodeia.
Por exemplo, a dor pode aumentar o prazer durante uma corrida. Depois de muito esforço físico, os corredores experimentam uma sensação de euforia associada com a produção de opiláceos, um neuroquímico que também é liberado em resposta à dor.
O alívio da dor também aumenta os nossos sentimentos de felicidade, enquanto reduz os de tristeza. Por fim, a dor também pode nos fazer sentir mais justificados em recompensar-nos com experiências agradáveis.
Brock Bastian e seus colegas testaram essa possibilidade pedindo a algumas pessoas para segurar sua mão em um balde de água gelada e, em seguida, ofereceram-lhes a escolha de ganhar em troca um chocolate ou um marcador fluorescente.
Os participantes que não tiveram dor escolheram o marcador 74% do tempo. Já os que sentiram dor escolheram a caneta 40% do tempo, mostrando que o chocolate era uma recompensa mais agradável e livre de culpa.
Essa sensação de recompensa é maior quanto mais dor uma pessoa sente. Um estudo adicional da mesma equipe mostrou que as pessoas que sentiram mais dor também apreciaram mais o chocolate – o alimento de fato teve um gosto melhor.
A dor também nos conecta com o presente, de forma parecida com a meditação conhecida como “atenção plena”. Por quê? Porque a dor capta a nossa atenção. Se um livro pesado cair no seu pé no meio de uma conversa, ao invés de prosseguir o diálogo, você provavelmente vai parar para dar atenção ao seu pé, não?
A dor nos arrasta para o “agora” e nos torna mais alerta e em sintonia com o nosso ambiente sensorial naquele momento, menos disperso em pensamentos sobre o ontem e o amanhã.
E ainda a dor nos une às pessoas. Qualquer um que tenha sofrido um desastre significativo sabe que estes eventos conectam as pessoas, como os voluntários que ajudam depois de catástrofes ou o espírito de comunidade que se desenvolve depois de tragédias, como o ataque terrorista de 11/9.
Um estudo recente inclusive descobriu que participantes que experimentam a dor ou simplesmente observam pessoas em dor são mais propensos a doar dinheiro para uma causa.
O grupo de pesquisa de Bastian replicou esse resultado, pedindo novamente aos participantes que imergissem sua mão na água gelada, comessem comida apimentada ou ficassem em uma posição de agachamento durante o tempo que aguentassem.
Eles concluíram que os participantes que sentiram mais dor eram mais propensos a colaborar com seu grupo. Depois de compartilhar a dor, as pessoas ficaram mais propensas a correr riscos pessoais para beneficiar o grupo como um todo em um jogo econômico.

O lado bom da dor

A dor é geralmente associada a doenças, lesões ou danos. No entanto, não precisa ser assim: nós também sentimos dor em uma série de atividades comuns e saudáveis, como o exercício físico.
Considere o recente desafio do balde de gelo em favor da esclerose lateral amiotrófica. Ao se encachar em água gelada, as pessoas foram capazes de aumentar o apoio sem precedentes para uma boa causa.
Entender que a dor pode ter uma série de consequências positivas pode ajudar a controlá-la quando ela de fato se torna um problema. Enquadrar a dor como algo positivo, ao invés de negativo, aumenta as respostas neuroquímicas que nos ajudam a gerenciá-la melhor.
Fonte: hypescience

Doze equipamentos de Cascais integram Bairro dos Museus

A Câmara de Cascais apresentou hoje o Bairro dos Museus, um conjunto de 12 equipamentos culturais do concelho que estão agora integrados e que vão dar aos visitantes mais facilidades de acesso.
CULTURA
Doze equipamentos de Cascais integram Bairro dos Museus
O projeto pretende incluir um novo conceito de cultura em Cascais e tornar a vila num "centro de talento e criatividade", disse o presidente da câmara, Carlos Carreiras.
"Colocámos dentro do mesmo perímetro uma única oferta. Os museus estão no coração deste bairro que é dinâmico e vivo. Aqui não haverá conformidade, só criatividade e talento", sustentou o autarca.
Carlos Carreiras considerou ainda que é no "reforço da identidade cultural" que se encontram "forças para combater as atuais dificuldades".
"Apostar na cultura e nas indústrias criativas é estar ao serviço do crescimento económico e dos valores sociais", disse.
O Centro Cultural de Cascais, a Casa das Histórias Paula Rego, o Museu Condes de Castro Guimarães, a Casa Duarte Pinto Coelho, a Casa Santa Maria, o Farol - Museu de Santa Marta, o Museu do Mar, a Fortaleza de Nossa Senhora da Luz, o Forte dos Oitavos, o Museu da Música Portuguesa Casa Verdades de Faria, o Espaço Memória dos Exílios e a Casa Reynaldo dos Santos e Irene Virote Quilhó dos Santos são, para já, os 12 equipamentos que integram o Bairro dos Museus.
Também o Parque Marechal Carmona e o Parque Palmela integram o projeto.
O presidente da Câmara de Cascais adiantou ainda que "brevemente" o número de equipamentos culturais será alargado, com a inauguração do Museu do Cartoon, do Museu do Automóvel Antigo, Arquivo Histórico Casa Sommer e Museu da Vila.
Todos os equipamentos passarão a ser geridos pela Fundação D. Luís I.
O Bairro dos Museus irá funcionar já a partir de março e o preço das visitas varia de 1,5 euros para munícipes, 3 euros num bilhete normal e 8 euros para o "passe de um dia".
Fonte: NM

Venezuela Maduro critica declarações de parlamentares europeus

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, criticou hoje as declarações de "governos de direita" e de parlamentares europeus sobre a situação interna no país, sublinhando que "ninguém deve meter o nariz nos assuntos venezuelanos".
Maduro critica declarações de parlamentares europeus
"Queria ver, por um buraquinho, se estes governos de direita, que mostram preocupação pela Venezuela, se avançariam como avança a revolução bolivariana. Não aguentariam nem um dia", disse.
O Chefe de Estado venezuelano falava durante uma assembleia de mulheres revolucionárias que teve lugar no Estado venezuelano de Maturín, a sudeste de Caracas, durante a qual chamou os cidadãos a reforçar o trabalho, a produção e a luta para desenvolver todas as áreas da economia nacional e para vencer a oligarquia.
"Saem deputados do Parlamento Europeu, que não conhecem a Venezuela, totalmente desinformados, que odeiam a América Latina, a meter o nariz nos assuntos internos da Venezuela. Ninguém deve meter o nariz nos assuntos venezuelanos", disse.
O chefe de Estado advertiu que, se eventualmente a "oligarquia tomasse o poder, a classe obreira tomaria todas as empresas do país, em conjunto com as Forças Armadas Bolivarianas".
Por outro lado, denunciou que existe uma campanha internacional contra a Venezuela, contra o seu Governo, apoiada por opositores da direita venezuelana.
"Queria ver a cara destes porta-vozes da direita nacional se os meios de comunicação se 'complotaran' (unissem em 'complot') como têm feito para derrubar o governo de Chávez (falecido líder socialista) e agora com o meu. Se algum governo da direita aguentaria uma campanha (de oposição) de 16 anos como nós temos aguentado", disse.
Deputados do Parlamento Europeu debateram quarta-feira a situação da Venezuela e a maioria dos grupos parlamentares pediram a libertação do autarca de Caracas, Antonio Ledezma, apelando ainda ao fim dos episódios de violência e repressão.
Fonte: NM

Transportes de passageiros podem ficar piores e mais caros

A Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros (ANTROP) defendeu hoje que a subconcessão dos transportes públicos de passageiros anunciada pelo Governo pode levar a serviços mais caros e de menor qualidade.
ECONOMIA
Transportes de passageiros podem ficar piores e mais caros
A posição da associação, expressa num comunicado enviado à agência Lusa, surge no dia em que o Conselho de Ministros anunciou que a subconcessão do Metro e da Carris deve realizar-se até ao final de julho, no seguimento do concurso público internacional que vai ser entretanto lançado.
A ANTROP "lamenta profundamente" que o Governo "tenha avançado à pressa com este novo regime" sem auscultar "os principais atores do setor".
E acrescenta que a alteração ao sistema de transporte público rodoviário de passageiros "tem riscos a vários níveis", sendo expectável que "possa acarretar sérias consequências para o sector, que se poderão vir a traduzir num encarecimento do serviço de transporte para os utentes, numa desarticulação da atual oferta com quebra de cobertura espacial, e diminuição do nível e da qualidade do serviço, com novos e acrescidos encargos para o erário público".
O comunicado adianta que o novo regime é "manifestamente protecionista" das atuais empresas públicas, "procurando salvaguardar para estas o acesso ao mercado em condições mais vantajosas do que para as empresas privadas", algo que a ANTROP considera "inaceitável e injustificável".
A ANTROP, segundo o mesmo comunicado, representa 86 empresas de transporte rodoviário pesado de passageiros, com uma frota de 7.200 autocarros e empregando aproximadamente 12 mil pessoas, com um transporte anual de 400 milhões de passageiros.
Também hoje, uma outra associação do setor, a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans) afirmou, sobre o mesmo assunto, que tudo fará para travar a subconcessão do Metro de Lisboa e da Carris, admitindo recorrer aos tribunais.
Fonte: NM